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HumanGuide® |
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O Método HumanGuide® e as outras metodologias Inúmeras tipologias têm sido criadas desde a Antigüidade com o objetivo de fornecer uma explicação descritiva do comportamento humano: "Os Quatro Temperamentos" de Hipócrates e Galeno, "A Roda Medicinal" dos índios Navajos, o "Eneagrama", que data provavelmente dos místicos sufis do séc. VIII , a "Tipologia Constitucional" de Kretschmer, passando pelos "Tipos Psicológicos" de C.G.Jung (MBTI e Quati) até as formas bastante em voga, no momento, como o "DISC" e "PPI". Essas tipologias mostram que, embora os indivíduos se diferenciem essencialmente, existem semelhanças no seu comportamento que permitem fazer previsões sobre o comportamento futuro. Cada tipologia tem como fundamento a percepção que o indivíduo tem do mundo, a partir da qual é possível estabelecer sua inclinação básica. Tomemos como exemplo:
No entanto, ao se falar em inclinação para uma determinada função, somos levados a pensar no que estaria por trás desta inclinação. Por quê nos inclinamos mais para essa determinada maneira de perceber o mundo e de agir sobre ele? Partindo da premissa de que ao se traçar um perfil de inclinação de um indivíduo é possível identificar os fatores motivacionais determinantes de sua escolha e do seu estilo comportamental, o método HumanGuide® foi concebido para identificar, de maneira rápida e muito simples, o perfil de inclinação que determina as escolhas e o modo particular de o indivíduo se comportar, baseado em oito fatores pulsionais. A combinação desses fatores permite obter uma compreensão da motivação do seu comportamento e da suas escolhas. Assim, torna-se possível ter-se uma compreensão dos fatores motivacionais individuais e, portanto, identificar as competências motivacionais que adquiriu através das suas escolhas. O método HumanGuide® evita rotulações ou o uso de estereótipos tipológicos de qualquer natureza, pois cada pessoa traz consigo sua marca pessoal, sua digital, seu perfil motivacional. À semelhança das notas musicais, através dos oito fatores pulsionais, é possível compor uma infinidade de perfis, que variam na harmonia, no ritmo, na estrutura, nos acordes, etc. Todas as tipologias podem ser decompostas nesses fatores fundamentais e universais. No entanto, a exemplo da mistura de cores ou da combinação harmoniosa nas notas musicais, ao se identificar quais os fatores que determinam a inclinação particular do indivíduo para uma função psíquica predominante (C.G.Jung), um temperamento (Os Quatro Temperamentos), uma percepção da realidade (DISC) e uma competência motivacional, torna-se possível libertá-lo de uma tipologia. Não é mais possível falar de um padrão de comportamento, mas de fatores motivacionais. Enquanto Jung fala de processos, Szondi fala dos elementos subjacentes a esses processos. Ambos concordam que a inclinação é inata, embora apenas Szondi proponha a herança genética de fatores pulsionais na base da inclinação. Entendemos inclinação como uma necessidade pulsional que leva o indivíduo a fazer escolhas em todos os âmbitos da sua existência, na escolha da profissão, na escolha do parceiro amoroso, na escolha dos amigos, no hobbie, inclusive no seu funcionamento psíquico. No entanto, essas escolhas ocorrem, na grande maioria das vezes, de maneira inconsciente, ou seja, fora do controle do indivíduo. A exemplo do fototropismo no reino vegetal (movimento em busca da luz parta realizar a fotossíntese), no mundo do trabalho temos o operotropismo (movimento em busca de uma ocupação que permita atender a necessidades pulsionais). Aplicação do Método HumanGuide® , Home ou O Método HumanGuide® no Brasil |
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